HCzinho
Como a campanha das camisetas dos 333 anos colocou o HCzinho no mapa de Curitiba
No dia 22 de março, a Arena da Baixada recebeu o primeiro Atletiba da Série A em 2026 — e foi neste clássico que a campanha das camisetas dos 333 anos pelo HCzinho ganhou o campo. Mas antes de a bola rolar, algo diferente aconteceu: os jogadores do Athletico e do Coritiba entraram em campo com camisas que não traziam a numeração dos atletas. No lugar, o número 333 — em homenagem ao aniversário de Curitiba. Crianças seguravam réplicas gigantes dos mantos no gramado. Um árbitro cenográfico levantou a placa de substituição marcando “333”. E as duas torcidas, rivais históricas, cantaram parabéns para a cidade.
Ali começava a campanha das camisetas dos 333 anos pelo HCzinho.

O que foi a campanha
Athletico, Coritiba e Paraná Clube cederam 33 camisetas exclusivas — 11 de cada clube — autografadas pelos jogadores titulares, com o selo comemorativo dos 333 anos no lugar da numeração convencional. Quem se cadastrasse e/ou doasse no site recebia números da sorte. Toda a renda foi destinada diretamente à construção do HCzinho — o novo hospital pediátrico 100% SUS do Hospital de Clínicas da UFPR.
A campanha encerrou. O resultado está no ar.
Os 33 ganhadores foram definidos com base no resultado oficial da Loteria Federal de 29 de abril de 2026. A lista completa, os dados da campanha e a prestação de contas estão publicados em camisetas.hczinho.com.

Quem fez acontecer
A ação reuniu um grupo que raramente se vê junto: os três clubes de futebol de Curitiba, a Prefeitura Municipal, a UFPR e a FUNPAR, todos em torno de uma única causa.
Do lado da universidade, o reitor Marcos Sunye, a vice-reitora Camila Girardi Fachin e o Superintendente da FUNPAR, Edemir Maciel, acompanharam a mobilização de perto. A presença da administração da universidade no apoio à campanha reforça o compromisso institucional da UFPR com o novo hospital pediátrico.
O prefeito Eduardo Pimentel e o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Vereador Tico Kuzma, além do Secretário de Comunicação Social de Curitiba, Marc Souza, estiveram na Arena da Baixada com a família, vestindo a camisa da campanha. Semanas depois, o Paraná Clube também entrou em campo com o selo dos 333 anos em seu próprio jogo, levando a mobilização à terceira torcida da capital.
Os dirigentes dos clubes se pronunciaram em termos que vão além do protocolo institucional. Lucca Bradfield, diretor de Negócios do Coritiba, situou a participação do clube no papel social que o futebol deveria cumprir: o esporte nasce da comunidade e faz sentido devolver algo a ela. Mario Celso Petraglia, presidente do Athletico, vinculou o envolvimento do clube à identidade de Curitiba — uma cidade que se construiu com trabalho, visão e inovação.

A repercussão
A campanha de 333 anos de Curitiba foi criada pelo Grupo GPAC Comunicação Integrada, agência paranaense que incluiu o HCzinho como causa social no planejamento e criação da ação comemorativa que ocupou espaço em veículos de alcance estadual e municipal. O sócio e diretor da GPAC, Lucas Pacheco, ressaltou o prazer da equipe em contribuir com uma causa como é um novo hospital 100% SUS para as crianças do Paraná.
A Rede Massa veiculou peças da campanha de forma espontânea, incluindo internet, rádio e TV. O jornal Tribuna do Paraná cobriu as camisetas autografadas e o papel social do futebol no contexto da campanha. A Band Paraná noticiou o lançamento dois dias antes do clássico, com destaque para a mecânica do sorteio e a parceria entre clubes e universidade. Bem Paraná publicou reportagens tanto no anúncio quanto no pós-jogo, detalhando a estrutura prevista do HCzinho. BandNews FM Curitiba repercutiu os bastidores da parceria. O portal oficial da UFPR e o site da Prefeitura de Curitiba deram visibilidade institucional à ação.
Em resumo: a campanha foi noticiada pela Prefeitura, pela universidade, por portais de notícia, por emissoras de rádio e TV e por veículos digitais — um arco de cobertura que poucas ações beneficentes de Curitiba alcançam.
https://www.instagram.com/reel/DXb-ODwjRvnOnde a campanha foi noticiada
- UFPR — Clubes de Curitiba rifam camisas em prol do HCzinho
- Band Paraná — Atletiba na Arena vira ação solidária pelo HCzinho
- Tribuna do Paraná — Camisas autografadas do Athletiba viram campanha pelo HCzinho
- Bem Paraná — Clubes de Curitiba rifam camisas em campanha para hospital
- BandNews FM Curitiba — Athletiba terá ação solidária em homenagem aos 333 anos
- Prefeitura de Curitiba — Athletiba tem ação solidária e celebração pelos 333 anos
- CBN — Athletiba comemora os 333 anos de Curitiba

Por que tudo isso importa
O HCzinho é um hospital que ainda está sendo construído. Cada ação de captação depende de que mais pessoas conheçam o projeto, entendam o que ele vai entregar e decidam fazer parte. A campanha dos 333 anos fez isso em escala: colocou o nome do HCzinho dentro de um Atletiba da Série A, nas páginas da Prefeitura, no site da UFPR, nos portais de notícias e nas conversas entre torcedores.
Quando um clássico do futebol paranaense serve para lembrar que faltam mais de 1.000 leitos pediátricos no Paraná — e que o HCzinho vai entregar mais de 120 leitos de internação, 35 de UTI e 6 salas cirúrgicas, 100% pelo SUS — o futebol cumpre um papel que vai além do esporte.
Transparência
Todos os dados da campanha estão abertos em camisetas.hczinho.com: ganhadores, dados de arrecadação e destinação dos recursos. Em um projeto como este, transparência não é diferencial. É obrigação.
Confira os ganhadores e os dados completos em camisetas.hczinho.com
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